A pausa
Da calma
Glauca
Faz com que me sinta
Em casa
Por mais labiríntica
Que seja
Ela é a saída
Quando a paz verde me beija
O que não afeta o diretor
De imagem na transmissão de futebol
No quadro do cuspe viscoso do jogador
E diversos torcedores não estão
A par do que acontece ao redor
Porque se entorpecem com o espelho móvel do telão
E perdem o instante extático do gol.
Compilação randomicamente ordenada dos versos meus ou de Tchellonious ou de Tchello Melo ou de Marciano Macieira ou de algum lugar.
terça-feira, 14 de julho de 2015
quinta-feira, 9 de julho de 2015
Extras e vagas ânsias
Eu tenho e domino
Quase nunca
As minhas extras e vagas ânsias
O domingo
Vem antes da segunda
Para quem descansa
Até o ascetismo
Exibe as suas
Extravagâncias
O destino
É em suma
O que ocorro desde criança.
terça-feira, 23 de junho de 2015
Quantos há?
Quantos produtos há
para a indústria fabricar?
Quantos insultos há
para de angústia brincar?
Às vezes eu nem quero
uma resposta
como um produto
ou indulto
Quantos futuros há
para o tempo abrigar?
Quantos muros há
até o tento brilhar?
Quase sempre eu espero
de banho tomado aquela bem disposta
pergunta
ou angústia.
para a indústria fabricar?
Quantos insultos há
para de angústia brincar?
Às vezes eu nem quero
uma resposta
como um produto
ou indulto
Quantos futuros há
para o tempo abrigar?
Quantos muros há
até o tento brilhar?
Quase sempre eu espero
de banho tomado aquela bem disposta
pergunta
ou angústia.
sexta-feira, 19 de junho de 2015
O fôlego do bocejo
No oceano
Temporal
Vou nadando
Estilo crawl
Até nas gotas de segundos
Fica logo profundo
Saber respirar
Ao separar o fôlego do bocejo
Tudo se leva no mar
Na saliva do beijo
Como se não valesse a pena amar
Mas outro jeito para viver eu não vejo.
quinta-feira, 18 de junho de 2015
A sirene e o sereno
Eu tento
Não criar desapontamentos
Diante do tempo
Dou ombros e abrigos
Ao meu amigo
Imaginário de longas datas
Para ficar sempre comigo
Sobretudo nessas horas
Natimortas que nos matam
De tão ociosas
Quanto nossas
Enquanto avança a madrugada
Com as janelas calmas
Pelo vazio volátil das calçadas
Chuto baldes, amêndoas e o vento
A dar o ar da graça do tempo
Entre a sirene e o sereno.
Não criar desapontamentos
Diante do tempo
Dou ombros e abrigos
Ao meu amigo
Imaginário de longas datas
Para ficar sempre comigo
Sobretudo nessas horas
Natimortas que nos matam
De tão ociosas
Quanto nossas
Enquanto avança a madrugada
Com as janelas calmas
Pelo vazio volátil das calçadas
Chuto baldes, amêndoas e o vento
A dar o ar da graça do tempo
Entre a sirene e o sereno.
domingo, 7 de junho de 2015
Emissão de nuvens
Emissão de nuvens
De pensamento
Elas se confundem
Com as do firmamento
Algodões moram
Numa palavra sólida
Fábrica ao contrário
É onde o patrão
É o funcionário
Padrão
A fotografia no crachá
Não é a figura a se achar.
terça-feira, 2 de junho de 2015
Positividade na cabeça
O tempo não cessa
O sol recomeça
A cada nova manhã
Mesmo com o céu nublado
Positividade na cabeça
Para que as coisas aconteçam
Os gêmeos de Gêmeos da minha irmã
Já vão dar conta do recado
Quanto às jujubas vermelhas:
É bom deixar de comê-las
Para curtir uma maçã
E um churrasco no feriado.
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