Natação dá onda
No sal, no cloro, no rio, de óculos
Touca e parcimônia
No cotidiano estoico
Pé de pato, prancha,
De costas e de crawl
Resgato como náufrago a criança
Através do feliz nadar.
Compilação randomicamente ordenada dos versos meus ou de Tchellonious ou de Tchello Melo ou de Marciano Macieira ou de algum lugar.
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
quinta-feira, 31 de dezembro de 2015
Dois mil decibéis
Feliz dois mil
De Zezé
Motta
Polessa
Barbosa
E que a promessa
Possa
Ser a fresta
Em que entre
Olímpica a orquestra
Tocando sempre
Em nossos corações em festa
E que todos se lembrem
Das conversas
De amor, paz e perdão perenes
Caso contrário, nada interessa
Se é que me entendem
Felizes os dois mil decibéis.
De Zezé
Motta
Polessa
Barbosa
E que a promessa
Possa
Ser a fresta
Em que entre
Olímpica a orquestra
Tocando sempre
Em nossos corações em festa
E que todos se lembrem
Das conversas
De amor, paz e perdão perenes
Caso contrário, nada interessa
Se é que me entendem
Felizes os dois mil decibéis.
quinta-feira, 17 de dezembro de 2015
Ganhei um iate
Ganhei um iate
Da minha noiva
Como presente de natal
Além de beijos e abraços
Vou navegar nos sete mares
Faça sol ou chova
Afinal, é um pisante legal
E não possui cadarços.
Da minha noiva
Como presente de natal
Além de beijos e abraços
Vou navegar nos sete mares
Faça sol ou chova
Afinal, é um pisante legal
E não possui cadarços.
segunda-feira, 14 de dezembro de 2015
A chama se chama arte
Falo agora quinze
horas em vez de três da tarde
Há quem
saboreie guloseimas
Fora da data
de validade
Porque ainda teima
Em criar a doce felicidade
Apesar de indigestos problemas
E da amaríssima realidade
Do salgado mar agitado, a gente rema
A imaginação sempre cabe
Na cabeça, no coração e no cinema
A chama se chama arte
No drama, no quadro e no poema.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Quiçá fomente
Entrada somente
Para pessoas autorizadamente
Estranhas
Desperto
Ninguém é normal
Quiçá fomente
A minha mente
Mais óleo do que lama
Minério
Veneno capital
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Programação eclética
Cada moqueca
No seu alho
Cada discoteca
No seu rádio
Programação eclética
Intuição e memória
Depois do que ouvi,
Morfeu, está na hora
Daquela conversa
Para boy dormir
Quem opera
Sempre cansa
Pastel de queijo
Caldo de cana
Feira do desejo
De uma feliz semana.
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