Enquanto espero
Ajo
Acho
Que não é desespero
Chegar logo
Num lampejo
Antes do relógio
Se é o que quero
Enquanto ajo
Espero
Espeto
O tempo ágil
Não é onça
Nem vara curta
Parece ânsia
Mas me educa.
Compilação randomicamente ordenada dos versos meus ou de Tchellonious ou de Tchello Melo ou de Marciano Macieira ou de algum lugar.
sexta-feira, 16 de novembro de 2007
quinta-feira, 15 de novembro de 2007
Em construção
Eu não sei sobre o que escrever
Enquanto penso num verso
Que possa comover
Como num passe, escrevo.
Enquanto penso num verso
Que possa comover
Como num passe, escrevo.
quinta-feira, 8 de novembro de 2007
Tudo se aglutina
Sei que me absorvo
Na cada vez mais
Frenética rotina
Mas não estou morto
São muitos rituais
Para as minhas retinas
O tempo todo
E nas horas surreais
Tudo se aglutina
Entre o piloto
Automático e quem faz
O que antes não tinha.
Na cada vez mais
Frenética rotina
Mas não estou morto
São muitos rituais
Para as minhas retinas
O tempo todo
E nas horas surreais
Tudo se aglutina
Entre o piloto
Automático e quem faz
O que antes não tinha.
quarta-feira, 7 de novembro de 2007
Mas é como se estivesse
Meu olhar parece assustado
É que é um bocado aberto
Ainda não acabei o quadro
Nem da metade está perto
Mas é como se estivesse
E nem me intimido com a necessidade
Intuição e interesse
Para minha integridade
Entre o que foi e as sobras
Desconsidero que janto
As dores sóbrias
Só por enquanto
Rio sozinho
Ao arrotar que sou capaz
De saber do caminho:
São futuros demais.
É que é um bocado aberto
Ainda não acabei o quadro
Nem da metade está perto
Mas é como se estivesse
E nem me intimido com a necessidade
Intuição e interesse
Para minha integridade
Entre o que foi e as sobras
Desconsidero que janto
As dores sóbrias
Só por enquanto
Rio sozinho
Ao arrotar que sou capaz
De saber do caminho:
São futuros demais.
segunda-feira, 5 de novembro de 2007
Batendo braço com o caos
Enquanto não abraço o cais
Fico em pedaços, à deriva
Batendo braço com o caos
Enquanto estiver festiva
A compreensão dos sinais
Bato papo com os convivas
Enquanto passam mais
Violentos os dias
Vocifero vento nas naus
Enquanto no ar soar vida
Os naufrágios não serão maus
Com terra à vista.
Fico em pedaços, à deriva
Batendo braço com o caos
Enquanto estiver festiva
A compreensão dos sinais
Bato papo com os convivas
Enquanto passam mais
Violentos os dias
Vocifero vento nas naus
Enquanto no ar soar vida
Os naufrágios não serão maus
Com terra à vista.
sexta-feira, 2 de novembro de 2007
Com certeza
Aparo as arestas
Paro de enxugar
Gelo com a testa
Degelo o olhar
Com certeza
Há muitas
Correntezas
Sós e chuvas.
Paro de enxugar
Gelo com a testa
Degelo o olhar
Com certeza
Há muitas
Correntezas
Sós e chuvas.
quinta-feira, 1 de novembro de 2007
A partir
Ninguém me proíbe
Tampouco me coage
Sou louco e livre
Suporto a minha coragem
Não perco mais cacife
Muito menos o controle
Sou pleno e simples
A partir de hoje.
Tampouco me coage
Sou louco e livre
Suporto a minha coragem
Não perco mais cacife
Muito menos o controle
Sou pleno e simples
A partir de hoje.
Assinar:
Comentários (Atom)