Minha raiva acaba
Em dez meses
A desconfiança, saiba,
Nem às vezes.
Compilação randomicamente ordenada dos versos meus ou de Tchellonious ou de Tchello Melo ou de Marciano Macieira ou de algum lugar.
sexta-feira, 11 de dezembro de 2015
quinta-feira, 26 de novembro de 2015
Quiçá fomente
Entrada somente
Para pessoas autorizadamente
Estranhas
Desperto
Ninguém é normal
Quiçá fomente
A minha mente
Mais óleo do que lama
Minério
Veneno capital
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
Programação eclética
Cada moqueca
No seu alho
Cada discoteca
No seu rádio
Programação eclética
Intuição e memória
Depois do que ouvi,
Morfeu, está na hora
Daquela conversa
Para boy dormir
Quem opera
Sempre cansa
Pastel de queijo
Caldo de cana
Feira do desejo
De uma feliz semana.
terça-feira, 13 de outubro de 2015
quarta-feira, 7 de outubro de 2015
A faca de cabo verde
Quando me pede
A faca de cabo verde
Penso que o talher é de
Lá do país africano
E lusófono.
A faca de cabo verde
Penso que o talher é de
Lá do país africano
E lusófono.
segunda-feira, 28 de setembro de 2015
Só em pensar
Só em pensar
Em quando o homem chegou à luta
Pela primeira vez
Percebo quem é que lucra
Com os momentos de languidez
Não posso mais
Perder tempo com disputas
Sobre política, futebol e legião
Cada um com suas luvas
Para as suas mãos.
quarta-feira, 23 de setembro de 2015
Quarta feita de tintas
Quarta feita de tintas
Guarda preguiça
De morosos dias
Mais amorosos
Não havia consciências
Nem remorsos
Isso não é um problema
Hoje porque eu folgo.
Guarda preguiça
De morosos dias
Mais amorosos
Não havia consciências
Nem remorsos
Isso não é um problema
Hoje porque eu folgo.
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