sexta-feira, 5 de outubro de 2007

Para o moço mundo

Não gosto de me alimentar
A alma com trauma, rancor
E uma pitada de ódio

Meu negócio é a paz
Também aposto na arte e no amor:
Afastam os ratos do pódio

Estão mortos e sem gás
Para o moço mundo o temor
De sonhar e o infecundo ócio

O ego pífio não manda mais
No que constrói quem sou:
De artifício, só os fogos.

4 comentários:

BAHARI FLOW disse...

reflexus nexus de um mundo eletrorg
sisi senior
estamos ai
abrax !

carlos roberto disse...

Olha Marcello... Não conhcia essa sua faceta!!!
Mas, já devia esperar sendo filho de quem é!!!
Bjs em seu coração

Anônimo disse...

moço mundo ou poço fundo?

Fabrício Fortes disse...

ufa!
de que serve a vida sem uma pitada de ódio?
é mpreciso odiar, caro tchelo.. para que o amor tenha alguma graça.
abração!