sexta-feira, 25 de março de 2011

Quando não houver mais chão

Pipocam religiões, igrejas
E fiéis convictos de terno
Enquanto mínguam gentilezas
Lotando com os bons desígnios o inferno
Não sou de levantar nem de dar bandeira
A pretensão da discrição às vezes é dramática
Eu creio que possa andar ainda à beira
E, quando não houver mais chão, crio asas
E quem me beija
A me levar para além da imaginação
É a minha fortaleza
Contra qualquer esquadrão.

Um comentário:

Os Devaneios de Quimera |g* disse...

Enquanto isso, as minhas asas
continuam me levando pra onde quiser,
sem sair do lugar!

E voo,
e quando não houver mais chão,
eu aterrizo!

rs..

=)


Grande abraço,meu caro!
Belo post!