Entre sístoles e diástoles
a gente vive
no interior e na megalópole
como os fotogramas de um filme
eu vou com as águas do rio
perpassando mágoas e pedras
e me reconheço nos ritos
de recônditas florestas
o sol sempre volta
já estava com saudades
do céu abrindo as portas
para dissipar a tempestade.
terça-feira, 3 de janeiro de 2012
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