quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Mais do que um merda

Eu não queria
Que todos fossem
Doidos como eu seria
Enquanto falso

Eu tenho sonhos
Guardo moedas
E me proponho
A ser mais do que um merda

Seriamente, luto
Contra o conforto
De ser um puto
Eu me confronto!

2 comentários:

Marcelo Mayer disse...

insanidade poética

!!!!!!! disse...

Mais do que um merda, um pescador

Eu não queria
que todos fossem como são
enquanto falo
que o que é bom
é o conforto de ser um puto
que curte um som

Eu tenho sonhos
em que jogamos fora
todas as moedas
(do mundo e do tchello)
no chão

Eu me proponho
A ser um merda
O que tem isso de subversão?
Deitar à sombra da árvore
juro, não é agressão

Eu me confronto
entre ser um merda
e entrar pra televisão
Na dúvida me deparo
com o mais divertido do mundo
Que é pescar e assar um cação