domingo, 20 de julho de 2008

No vazio, no verso, no vácuo

Ao longo destes anos
O sonho abandonou o verde
Para um vermelho brando
E o branco furou a parede

As janelas se descortinam
Para o novo visual
E é inútil a surdina
O silêncio diz por geral

Não vacilo diante da tristeza
No vazio, no verso, no vácuo
Até nas coisas que não mais pesam
Agora com um leve tom de fracasso

Contudo, como tudo o que acontece,
Valeu apenas a pena
E lavou-se a alma em prece
Para voltar a ser plena.

2 comentários:

Jonay Soares disse...

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Beta disse...

Que isso hein, rapaz?
Tá podeeeeeendo.

Adoro, adoro, adoro seus textos.
(e direi novamente).

Bjs!