segunda-feira, 14 de julho de 2008

Oxalá

Consciência bem leve
Para não quebrar a cadeira
Os pensamentos em febre
Não estão de brincadeira

As palavras não arrefecem
As lavas na minha cabeça
E as valas do meu cerne
Oxalá que o tempo esclareça

Almejo que os anjos me levem
Para longe da cratera
Qualquer lugar serve
Se você lá me espera.

Um comentário:

Cláudia I. Vetter disse...

que assim seja; à nós.

;*