sexta-feira, 27 de abril de 2012

Navios nas minhas costas

Transporto navios
nas minhas costas
e dos meus gritos
poucos gostam,
lírico, eu me silencio...

Ninguém é vazio:
sempre há as respostas
quando me inquiro
abrindo as portas
e as janelas do espírito.

Eu não sou um desejo involuntário
nem um risco desnecessário,
estou fora deste itinerário,
se ainda não saí, eu paro,
espero, espirro e me depuro.

Um comentário:

VerMent* disse...

Ninguém é vazio, mas alguns navios são mais pesados do que outros...