sábado, 9 de junho de 2007

Delírios sãos

Sincronicidade demais
Para se reduzir à coincidência
Diante do que demos
Entre o sono e a dança
Delírios sãos de tão iguais
Ao que se dá apenas
Para nós dois dentro
Da paciência e da ânsia.

2 comentários:

*¢£@üD!NhA''' disse...

Saudações!

Delirando sem a rédea da consciência, na lucidez que comanda o equilíbrio; que nada mais é uma extremidade eqüidistante que o homem vai de um lado para o outro fabricando o instante.

Versos simples e extasiantes o suficientes pra me deixar a falta das palavras exatas.

Meus parabéns.

Cordiais cumrpimentos...t+.

Diogo Lyra disse...

Tchello, meu poeta zodiacal, essas palavras são só para loucos, só para raros. Plenas, claras e tão cheias de mistérios inauditos quanto o vigésimo quinto alcalóide do ácido lisérgico...